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 Descrição sobre a Segunda Tradição

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@Sarah Saydown
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MensagemAssunto: Descrição sobre a Segunda Tradição   Qui Fev 10, 2011 12:58 pm

A TRADIÇÃO DO DOMÍNIO

Antigamente, os vampiros requisitavam domínios de uma área
específica para usar como área de caça, base de poder ou porque
simplesmente queriam tomar conta dela. A Tradição era usada para
reforçar a ideia de "domínio", e um vampiro teria razão em matar
outro, caso seu domínio fosse violado. Com o passar dos anos, à
medida que as sociedades mudavam, isso se tornou inaceitável.

Durante os últimos 200 anos ou mais, a cidade ou a região gover-
nada por um príncipe torna-se o seu domínio desde o momento em
que ele assume o trono, ou pelo menos é assim que funciona em
teoria. A verdade é que muitos vampiros possuem domínio, e muitas
vezes este fato é evidente ("os esgotos têm sido sempre o domínio dos
Nosferatu," ou "um Ventrue tem dirigido esse banco desde a sua
criação."). É claro que, nas noites atuais, com algumas cidades
abrigando populações vampíricas de 30, 50 ou talvez 100 Membros ou
mais, é preciso fazer concessões. Desta forma, muitos vampiros caçam onde querem, nas áreas comuns de caça como bares da ci-
dade, teatros e clubes noturnos, que na gíria dos Membros são
chamados de "currais".

Jovens vampiros (e alguns mais velhos) ainda se esforçam para
manter pedaços de seus territórios, protegendo-os e usando-os como
áreas de alimentação particular. Alguns anarquistas argumentam que
esses pequenos feudos são concedidos pelo príncipe como recom-
pensa, uma prova de que somente os "cães de estimação" ganham
presentes. Isto é errado — os Membros que mantêm parte de seus
territórios estão violando a Segunda Tradição e os príncipes não são
obrigados a suportar isso. No entanto, eles frequentemente deixam a
violação passar em branco quando lhes convém. Afinal, existem coisas
mais importantes do que ficar caçando insignificantes futuros
anarquistas que julgam possuir um território. Eles podem até mesmo
confiar aos seus aliados mais leais a tutela de áreas particulares, ga-
rantindo pequenos privilégios em troca dos seus serviços, mas no fim
são eles que mantêm o domínio sobre a cidade. Assim, eles mantêm a
ordem e, de acordo com a Segunda Tradição, podem castigar esses
"invasores" impunemente.

Para vampiros solitários ou para pequenos grupos lutando por
seus territórios, o domínio tem um grande valor, mesmo que esses
territórios sejam autênticas terras de ninguém. Na verdade, poucos
príncipes concedem territórios, mas ocasionalmente permitem
"invasões", desde que esses vampiros os apoiem e mantenham as
leis naquele território. O lado ruim disso é a disputa que pode surgir
entre gangues de anarquistas e círculos de vampiros. Essas lutas
podem vazar para o mundo mortal e ameaçar a Máscara. Alguns
príncipes têm até mesmo encorajado esses conflitos, ignorando o
perigo, jogando esses causadores de problemas uns sobre os outros e
ao mesmo tempo distanciando-os dos assuntos importantes da
cidade.

Ainda que não seja muito, cada Membro pode declarar seu re-
fúgio como um domínio, tornando-se responsável pelas atividades
ao redor dessa área. Alguns vampiros fazem coisas interessantes ao
seu redor para assegurar um refúgio seguro, enquanto outros querem
apenas um quarto no qual possam ficar longe do sol e dar uma
banana para o resto.

A questão sobre o que é realmente um domínio tem sido debatida
por noites sem conta. Um domínio compreende apenas um
território físico e seus assuntos (tais como caça e refúgio), ou deve
também permitir a um vampiro ter acesso e influência sobre a esfera
mortal dentro dele? A maioria dos príncipes argumenta que o
domínio é estritamente uma concessão de "território" físico, mas
sabiamente percebem que a influência sobre os assuntos mortais
vêm com o território, não importa o quanto se esforcem para im-
pedilo. Um vampiro que mantém domínio nas docas não pode
evitar de se envolver no negócio noturno de embarques e propinas,
sem nenhum outro motivo a não ser manter seu refúgio seguro.

Pouquíssimos vampiros se arriscam num domínio cercado de mortais
a quem não possam afetar de jeito algum, o que pode ser uma ajuda
ou uma dor de cabeça para o príncipe. Este, no entanto, tende a
invadir a área de outro vampiro caso ele represente uma ameaça ao seu
poder.

Enquanto as noites passam e os presságios da Gehenna permeiam
a Família, mais e mais vampiros fortalecem domínios individuais,
escavando seu domínio apesar da proibição do príncipe. Só assim
(raciocinam essas criaturas paranóicas) eles teriam uma chance de sobreviver à Jyhad.
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